quarta-feira, 6 de abril de 2011

Os contras do cavalheirismo

Sempre fui educada sob a máxima de "Não se bate a uma mulher nem com uma flor!", mas sempre conheci rapazes que não tinham o mínimo problema em andar à bulha com rapazes e raparigas de igual modo, sem discriminação de sexo alguma.
Ora quando vejo um vídeo a circular no FB de uma miúda a dar um enxerto de porrada num rapaz por ele recusar ter relações com ela (sim, porque "fazer amor" numa casa de banho, completamente bêbada e forçando o mocinho é que não seria...), o que me veio à cabeça foi "é um miúdo super bem-educado e um autêntico cavalheiro, porque não bateu de volta, além de ter "recusado fogo" por ter percebido que aquela não era a altura ideal por causa da bebedeira dela". Claro que isto foi depois de pensar "fosse com um dos meus e a miúda havia de ver!!!", mas o facto é que, apesar de ele ter entrado na casa-de-banho a beber por uma garrafa o que deduzo não seria de todo água (a não ser que fosse "aguinha russa"), fiquei orgulhosa de ainda haver rapazes nesta nova geração com dois dedos de testa. Óbvio que lastimo o péssimo exemplo do meu género, mas há que ver a coisa pelo lado positivo: no futuro, as Nações Unidas podem contar com mais uma boina azul sem stresses de se meter com quem não lhe fez nada! Literalmente!!!

Daqui retiro uma moral importante: ensinar os meus filhos a ser cavalheiros, mas não demais! É que há limites e, no mínimo dos mínimos, pegar na gaja debaixo do braço e enfiá-la na sanita para poderem virar costas sem risco de levar com a garrafa na cabeça é perfeitamente aceitável!

Depois estranham que o cavalheirismo esteja morto! :-S

P.S.: Não esquecer que já não chega ensinar-lhes a "praticar sexo seguro", mas também a "estar seguro quando recusar praticar sexo" !!! ;-)



7 comentários:

  1. Hoje há a mania de que os nossos jovens não teem miolo; só querem sexo, bebedeira e farra, mas eu sempre disse que não é bem assim; felizmente há de tudo e aqui vemos um que soube muito bem ver que o momento e as condições da moça não eram nada propícias a um relacionamento mais profundo. È uma geraçaõ igualzinha à nossa...nós também fomos rascas...andámos à rasca e também fomos fantásticos. Agora é igual e eu tenho muita esperança nos nossos jovens, aliás se são tão rascas a culpa é nossa que assim os criámos.Quanto à diferença no comportamento entre meninos e meninas, penso que não há nenhuma, ou se há é mínima. Um beijinho e adorei a ironia com que contaste este caso, fez-me rir.Até breve...nem que seja só para dizer olá.
    Emília

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  2. Também vi esse video pensei que fosse uma encenação.
    A ser verdade, então, é de aplicar a máxima completa:
    Não se bate a uma mulher nem com uma flor, mas com o vaso.
    Peço perdão mas foi o que me saiu.

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  3. Emília:
    São eles o nosso futuro, por isso quero acreditar que não estão tão à rasca como isso, e este mocinho prova-o!

    Obrigada pela visita e pelo apreço! :-)
    Até breve!

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  4. Manuel, neste caso em particular assino por baixo! ;-)

    Não tem nada que pedir perdão, porque já sabe que a sua opinião é sempre bem-vinda por aqui!

    Quanto a ser encenação... haja esperança!

    Beijinhos e continuação de boa semana!

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  5. Queria informá-la de uma situação, D. SDaVeiga.
    Se puder enviar-me um mail para o endereço que serve o meu blogue, esclarecerei do que se trata.
    Nada de especial.
    Obrigado

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  6. Observador:
    Que maneira tão subtil de me pedir o e-mail! ;-)

    Agora não se esqueça de deixar o "Dona" em casa. Eu não sou fã de formalidades!
    Obrigada

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  7. "Subtil" é o meu nome do meio...
    :D

    Certo, deixarei o "Dona" em casa.

    Obrigado

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