É incrível como não ter prazos diminui a rentabilidade…
Quando temos tempo q.b. p’ra fazer as coisas, vamos deixando arrastar, arrastar e arrastar… até chegarmos ao fim do prazo e só nessa altura é que fazemos o que houver a fazer!!!
Há quem lhe chame protelar…
Há quem lhe chame funcionar de acordo com prioridades…
Eu acho que as coisas têm que ser feitas de acordo com a sua importância (por prioridades), mas sem deixar para o último minuto (sem protelar), só para evitar amargos de boca - aqueles dissabores que acontecem sempre que temos pressa ou precisamos mesmo que algo corra bem, sempre que fazemos planos que têm que resultar ao milímetro, com pouquíssima (ou nenhuma) margem de manobra e que, já se sabe, são inevitáveis!
Claro que, entre dizer (ou neste caso, escrever) e fazer vão outros mil, mas cada vez mais me esforço por estabelecer prioridades, colocar prazos com folga nas coisas para que a minha mente julgue que estamos em cima do fim do prazo mas, na realidade, ainda ter algum tempo para resolver os benditos dos imprevistos.
Isto implica um quadro branco enorme, com os 12 meses do ano ao lado bem visíveis (1 mês de cada vez não resulta!!!) e uma lista enorme de coisas por/para fazer que vai crescendo continuamente no caderninho A5 que lhe reservei e que, infelizmente, não diminui… Nem sequer se mantém constante, ela por ela... Não… é que nem por sombras!!!
E porquê?!? Qual é o problema?!? O problema é dificuldade ou mesmo impossibilidade de atribuição de prazos a algumas coisas por/para fazer, o que implica que não são colocadas no quadro branco e, consequentemente, continuam a ocupar as mesmas linhas do caderninho há n tempo e a caminho de muito mais!!!
Se fosse o Sr. Faísca, diria algo do género “Um desafio… Gosto disso!!!”, mas acabaria por ir pedir conselhos ao Orelhas de tão grande que é a tarefa.
Ora nem eu sou o Sr. Faísca (qualquer semelhança é pura coincidência e, espero, será remediada com exercício!!!) nem tenho o Orelhas a morar num cogumelo aqui ao lado, o que dificulta um pouco as coisas!!!
Somos conhecidos internacionalmente por trabalhar bem com prazos curtos, mas e quando não há prazos?!? Nessa situação, a nossa fama deve ser atroz, deve ser do género “Não tens prazos apertados? Então arranja qualquer um excepto portugueses!!!”
Pode ser que, se pensar em inglês com sotaque “british”, me torne pontual…
Não, não dá, porque isso implica um prazo à mesma!!!
Já sei!!! Vou começar a pensar em Alemão (tenho que o refrescar ou ver muitas séries alemãs no AXN! É pena já não darem a Sissi…) e, assim, torno-me super-eficiente!!! Não foram eles que apareceram com um plano todo ‘nitinho anos antes da presidência europeia conjunta com Portugal?!?!? Nós ainda nem tínhamos pensado nisso de tão longe que estava o prazo, mas eles tinham tudo na ponta da língua!!!
Viva, só tenho que começar a pensar como uma alemã e já está!!!
E até já tenho o físico adequado ao estereotipo como nos livros do Astérix! Só é pena o cabelo ter escurecido tanto, mas também há alemãs morenas…
Yes!!! Ou melhor: Ja!!!
Daqui à eficiência absoluta, à rentabilidade sem prazos, vai um salto ao dicionário Alemão-Português-Alemão ou até mesmo só um clique no Google Translator!!!
Ahh os prazos, que me escravizam. melhor pensar que não existem prazos e fico eficiente. :)
ResponderEliminarSimone:
ResponderEliminarSe, com prazos escravizadores tira fotografias tão lindas e escreve os seus sentimentos tão bem... então benditos prazos!!! ;)
Obrigada pela visita e pelo comentário, mesmo com uma vida tão ocupada e tempo tão precioso!!!
E desculpe só estar a reponder agora, mas vi o comentário no mail naquelas alturas com pouco tempo e depois varreu-se-me... :S